Coragem… não te acobardes perante os mais puros sentimentos
Ter força e lutar por uma antiga vivência
Lembrar, chorar e voltar a amar aqueles curtos momentos
E querer voltar a viver nessa inocência
A inocência de um amor de infância
Que muito tarde foi vivido… por segundos
Que por total descontrolo da ânsia
Nos fez sentir medos profundos
E morreu… foram poucos os suspiros ouvidos
Desnudados de qualquer véu
As almas penadas roubaram-nos os sentidos
E esquecemos que o amor nasceu…
De novo… os olhos fixos… a palavra presa
O desejo escondido como por seres criminosos
Que me fizeram sentir a mesma avareza
Que muitos corações lacrimosos…