Tinha os olhos vazios de expressão
Parado à espera do som que nunca vinha
Soltava letras soltas de uma canção
Que se compunha sozinha
Alvo de gargalhadas ávidas de desgraça
Respondia-lhes com mais um verso desfeito
Sorria para os animais daquela praça
Escondendo a tristeza do imperfeito
Ergueu-se perante a manada que não via
Berrando mais alto aquela dislexia
Fugiu sem rumo e chorou...
A saudade de tudo aquilo que o homem foi... um dia!
Tinha os olhos cheios de emoção...
Andou na direcção do sol da sua selva
E compôs o refrão Ao ver de longe a mãe que se avizinha....
A selva das árvores, os grunhidos dos animais que entendia
Chorou lágrimas de conforto
Deu risadas de alívio por ter chegado ao seu porto
e estar longe da selva da maquinaria
Thursday, August 7, 2008
Tuesday, June 24, 2008
instantes revividos
Coragem… não te acobardes perante os mais puros sentimentos
Ter força e lutar por uma antiga vivência
Lembrar, chorar e voltar a amar aqueles curtos momentos
E querer voltar a viver nessa inocência
A inocência de um amor de infância
Que muito tarde foi vivido… por segundos
Que por total descontrolo da ânsia
Nos fez sentir medos profundos
E morreu… foram poucos os suspiros ouvidos
Desnudados de qualquer véu
As almas penadas roubaram-nos os sentidos
E esquecemos que o amor nasceu…
De novo… os olhos fixos… a palavra presa
O desejo escondido como por seres criminosos
Que me fizeram sentir a mesma avareza
Que muitos corações lacrimosos…
Claro que temos tudo o que queremos!!!
e quando não percebemos o k nos rodeia? e quando n valorizamos o k temos de bom, perto ou longe... mas que la está...sempre?! O medo, os preconceitos trazidos pela idade adulta que nos fazem esquecer o que realmente nos faz feliz!!! Voltei aos 18... nem aos 19, nem aos 17... aos 18... e que bem que sabe...
as amarguras esquecem-se com uma noite de sono... e o dia seguinte espera novas emoções... os dias calmos, parecem uma doença!
Mas crescemos e as emoções assustam... o julgamento social, as pedras atiradas na rua, tudo nos faz esquecer o que realmente somos. Até que um dia, acordamos alguém, e alguém nos acorda... as recordações fazem-nos sentir todas as emoções passadas... e olhamos em volta para ver o que mais podemos fazer para que aquele estado de espirito não acabe!
e depois voltamos a adormecer... somos "adultos" de novo e temos responsabilidades... inuteis... que até lá não consideravamos necessárias, mas de um dia para o outro, se tornam na maior necessidade que temos na vida... agora somos grandes, agora temos que ter coisas... nem k essas mesmas coisas nos façam dormir mal! Sou adulta, tenho coisas... mas quero voltar a ter as coisas que tinha antes...
Vendo todas as minhas futilidades imprescindiveis, em troca de todas as emoções inconscientes que vivi um dia!!!!
as amarguras esquecem-se com uma noite de sono... e o dia seguinte espera novas emoções... os dias calmos, parecem uma doença!
Mas crescemos e as emoções assustam... o julgamento social, as pedras atiradas na rua, tudo nos faz esquecer o que realmente somos. Até que um dia, acordamos alguém, e alguém nos acorda... as recordações fazem-nos sentir todas as emoções passadas... e olhamos em volta para ver o que mais podemos fazer para que aquele estado de espirito não acabe!
e depois voltamos a adormecer... somos "adultos" de novo e temos responsabilidades... inuteis... que até lá não consideravamos necessárias, mas de um dia para o outro, se tornam na maior necessidade que temos na vida... agora somos grandes, agora temos que ter coisas... nem k essas mesmas coisas nos façam dormir mal! Sou adulta, tenho coisas... mas quero voltar a ter as coisas que tinha antes...
Vendo todas as minhas futilidades imprescindiveis, em troca de todas as emoções inconscientes que vivi um dia!!!!
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