Não sei… dói-me a alma!
Dói-me o que já me fizeste!
Por ti perdi toda a calma.
Em tanto fizeste que morreste!
Morreste, e não mais te quero!
Morreste, em mim sentindo…
Que tudo o que em ti venero,
Foi sem qualquer dúvida fugindo…
Fugindo, desapareceu
Sem que um perdão falasse…
Sem me dizer que o que era meu…
Talvez um dia me abandonasse!
E foste! Gritaste e foste…
Sem que o amor matasses,
Sem deixares que te mostre…
O que seria se me abraçasses.
Monday, April 20, 2009
Tenor...
Já não é igual!
Tudo mudou!
Por isso não quero!
Porque tudo muda!
Enquanto cantávamos pensei em ti,
Em como a vida era leve quando cá estavas,
Em como eles riam quando lá estavas,
E em como eles se calaram…
Agora que cá não estás!
Senti um vazio tão grande,
Mas alegraram-me as recordações!
Era tão paz, era tão lindo!!!
Sem culpa foste…
Sem culpa mudaste tudo…
Está diferente, não está?
Tão triste, tão calmo, tão diferente, não é?
A fogueira não ardeu, viste?
Talvez fossem as tuas lágrimas que caíam ao ver tudo tão longe.
Eras? Estavas connosco?
Vieste para nos fazer pensar a todos?
Talvez!
Ouviste a voz dele? Tal e qual a tua, não era?
Trémula, insegura, suave e quente.
Ele cantou…
Mas tão pouco.
Ele riu…
Mas menos tempo ainda!
E eu que me ri tanto…
Agora quero falar contigo, estar contigo…
Tudo mudou!
Por isso não quero!
Porque tudo muda!
Enquanto cantávamos pensei em ti,
Em como a vida era leve quando cá estavas,
Em como eles riam quando lá estavas,
E em como eles se calaram…
Agora que cá não estás!
Senti um vazio tão grande,
Mas alegraram-me as recordações!
Era tão paz, era tão lindo!!!
Sem culpa foste…
Sem culpa mudaste tudo…
Está diferente, não está?
Tão triste, tão calmo, tão diferente, não é?
A fogueira não ardeu, viste?
Talvez fossem as tuas lágrimas que caíam ao ver tudo tão longe.
Eras? Estavas connosco?
Vieste para nos fazer pensar a todos?
Talvez!
Ouviste a voz dele? Tal e qual a tua, não era?
Trémula, insegura, suave e quente.
Ele cantou…
Mas tão pouco.
Ele riu…
Mas menos tempo ainda!
E eu que me ri tanto…
Agora quero falar contigo, estar contigo…
Lá Longe
Espero… não tão ansiosa como antes
o respirar acelera, mas calmamente como é raro.
Penso em ti, penso-te o meu chan-saya…
Anjo diurno e nocturno…
Anjo presente e vagabundo.
Alteras-te com ou sem qualquer culpa
A minha agonia pelo certo que tanto luto…
Já me parecendo tudo irreal,
Mas não é demais, eu mereço!
Mereço alguém como tu,
Que me pergunta porque brilho…
o respirar acelera, mas calmamente como é raro.
Penso em ti, penso-te o meu chan-saya…
Anjo diurno e nocturno…
Anjo presente e vagabundo.
Alteras-te com ou sem qualquer culpa
A minha agonia pelo certo que tanto luto…
Já me parecendo tudo irreal,
Mas não é demais, eu mereço!
Mereço alguém como tu,
Que me pergunta porque brilho…
...
Estou comigo!
Estou…
Estou bem.
Aproveitar momentos de falsa meditação, de verdadeira perda de tempo.
E para quê?
Se ao menos o cérebro raciocinasse…
Se a mente pelo menos brilhasse…
Se tudo fosse o que nunca é…
Talvez soubesse como agradecer a solidão.
Mas não.
De braços presos até passos sem destino,
Navego num mar sem terra firme,
Num barco sem bússula,
Num mar onde só as oportunidades são finitas!
Estou…
Estou bem.
Aproveitar momentos de falsa meditação, de verdadeira perda de tempo.
E para quê?
Se ao menos o cérebro raciocinasse…
Se a mente pelo menos brilhasse…
Se tudo fosse o que nunca é…
Talvez soubesse como agradecer a solidão.
Mas não.
De braços presos até passos sem destino,
Navego num mar sem terra firme,
Num barco sem bússula,
Num mar onde só as oportunidades são finitas!
Frio
Confundem-me ainda estas sensações…
Balançando entre siamesas e opostas…
Ricas de vontade, perdidas de juízo…
Que há muito foi perdida nesta mente tão gélida!
Gélida… ontem (e antes de ontem)!
Que hoje entre quatro paredes tão frias,
Se tornou no que já não parecia mais existir….
Paz, amor e compreensão!
Doeu muito, muito tempo,
As lágrimas iam caindo e transformando tudo numa dor ainda mais insuportável…
Num horror quase que suicida,
Numa vida quase morta!
Talvez todas as almas fossem melhores do que a transportada por mim,
Talvez o Homem tivesse que ser tão triste, tão vazio…
Talvez estivesse errada e nada disto fosse verdade…
Talvez todos os talvez fossem o maior erro de muitas vidas!
A razia de personalidade assusta-me, afasta-me, quase que me enoja…
Por entre todas estas gentes pergunto: Personalidade?
Quase todos me respondem perguntando: O quê?
Depois de tentativas de explicação, baixo os olhos e viro costas…
Baixo os olhos para não ver aos olhos dos outros a futilidade que me ocupava antes…
Para não querer de novo morrer…
Viro costas…
Porque o meu caminho é outro!
Um caminho com muitos medos, vontades e verdades,
Onde vou caindo e erguendo de novo,
Numa desesperada tentativa de não falhar mais
De não mais cair em qualquer buraco de alma…
Balançando entre siamesas e opostas…
Ricas de vontade, perdidas de juízo…
Que há muito foi perdida nesta mente tão gélida!
Gélida… ontem (e antes de ontem)!
Que hoje entre quatro paredes tão frias,
Se tornou no que já não parecia mais existir….
Paz, amor e compreensão!
Doeu muito, muito tempo,
As lágrimas iam caindo e transformando tudo numa dor ainda mais insuportável…
Num horror quase que suicida,
Numa vida quase morta!
Talvez todas as almas fossem melhores do que a transportada por mim,
Talvez o Homem tivesse que ser tão triste, tão vazio…
Talvez estivesse errada e nada disto fosse verdade…
Talvez todos os talvez fossem o maior erro de muitas vidas!
A razia de personalidade assusta-me, afasta-me, quase que me enoja…
Por entre todas estas gentes pergunto: Personalidade?
Quase todos me respondem perguntando: O quê?
Depois de tentativas de explicação, baixo os olhos e viro costas…
Baixo os olhos para não ver aos olhos dos outros a futilidade que me ocupava antes…
Para não querer de novo morrer…
Viro costas…
Porque o meu caminho é outro!
Um caminho com muitos medos, vontades e verdades,
Onde vou caindo e erguendo de novo,
Numa desesperada tentativa de não falhar mais
De não mais cair em qualquer buraco de alma…
..Imo!!!
Por muito que alucine…
Nunca mais ouço aquela voz…
Por mais que imagine…
Nunca mais seremos nós!
Saudade! Já todos sentimos,
Aquele aglomerado de gente…
Impossível foi reagirmos,
E sentir a verdade na mente…
Karma! Porquê este o teu?
porquê agora, porque foste?
Agora k a vida morreu,
Já mais não sinto para além da morte!
Imo! Perdi o meu!
Tento ver-te, tento estar contigo quando sofreste,
Mas não deu…
Agora o mais k posso é pensar em ti enquanto cresceste!
Nada! Não és mais que…
Lembranças, recordações
Verdades nunca ditas…
Um baú de emoções.
E o que me dói, é o baú não abrir…
A paz foi embora…
A alegria vai deixar de rir!
Para pensar naquele que a gente tanto adora!
Mas tu vives… Vives dentro de mim…
Vives dentro daquele coro que não te abandonou…
Vives, acredito que não tenha sido o fim,
Para quem sempre te amou…
Nunca mais ouço aquela voz…
Por mais que imagine…
Nunca mais seremos nós!
Saudade! Já todos sentimos,
Aquele aglomerado de gente…
Impossível foi reagirmos,
E sentir a verdade na mente…
Karma! Porquê este o teu?
porquê agora, porque foste?
Agora k a vida morreu,
Já mais não sinto para além da morte!
Imo! Perdi o meu!
Tento ver-te, tento estar contigo quando sofreste,
Mas não deu…
Agora o mais k posso é pensar em ti enquanto cresceste!
Nada! Não és mais que…
Lembranças, recordações
Verdades nunca ditas…
Um baú de emoções.
E o que me dói, é o baú não abrir…
A paz foi embora…
A alegria vai deixar de rir!
Para pensar naquele que a gente tanto adora!
Mas tu vives… Vives dentro de mim…
Vives dentro daquele coro que não te abandonou…
Vives, acredito que não tenha sido o fim,
Para quem sempre te amou…
Pétala perdida
Mal sabes que existes em mim
Mal sabes o que sinto por ti
Olho pa ti e vejo-me a mim
Quero falar-te mas… enfim…
Não consigo… sofro por isso…
Aguento este gostar tanto…
Transformando-se até em sacrifício
Viver com este pranto.
Mas sinto… e quero vivê-lo contigo
Pétala negra, debaixo da sombra
Que gosto mais que o meu umbigo…
Mesmo debaixo da penumbra.
Penumbra essa tão fácil de matar…
Que há muito tentou morrer
Penumbra k me proíbe d amar…
E sentir o que quero viver.
Mal sabes o que sinto por ti
Olho pa ti e vejo-me a mim
Quero falar-te mas… enfim…
Não consigo… sofro por isso…
Aguento este gostar tanto…
Transformando-se até em sacrifício
Viver com este pranto.
Mas sinto… e quero vivê-lo contigo
Pétala negra, debaixo da sombra
Que gosto mais que o meu umbigo…
Mesmo debaixo da penumbra.
Penumbra essa tão fácil de matar…
Que há muito tentou morrer
Penumbra k me proíbe d amar…
E sentir o que quero viver.
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